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‘Sons do Caeté’ vence prêmio Vivo

O projeto ‘Sons do Caeté’, de Bragança, coordenado pelo Sr. Aurimar, venceu na categoria Música Que Ensina o prêmio ‘Vivo Música Que Transforma’. O anúncio foi revelados na noite da terça-feira, 26, no Teatro Vivo, em São Paulo. 

Criado para reconhecer iniciativas inspiradoras que utilizam a música como meio de inclusão e transformação social, o prêmio reuniu artistas como Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Dani Black e Blu Bell, além dos finalistas nas três categorias e convidados do cenário musical brasileiro. Mais de 360 projetos concorreram e os quatro ganhadores (um de cada categoria mais o Voto Popular) receberam R$ 10 mil  em certificados de barras de ouro. 

O projeto ‘Sons do Caeté: multiplicando educação, preservação e cidadania na Amazônia’, de Bragança(PA), é voltado à educação musical para promover a transformação social. Criado em 2006, acolhe crianças, adolescentes e jovens e propõe a inclusão por meio da formação profissional e cultural no Pará. Oferece aulas de música e cidadania, além de cursos para fabricação de instrumentos musicais. 

“Solo fértil de manifestações culturais, artísticas, da gastronomia e do entretenimento, o Pará agora se destaca no cenário nacional pela dobradinha música e educação”, comenta Ricardo Vieira, diretor da Vivo na Regional Norte, que integra, além do Pará, os estados do Amapá, Amazonas, Maranhão e Roraima. 

Na categoria Voto Popular, escolhida via site e aplicativo Vivo Meu Show, o vencedor foi o projeto Cultura, Arte, Educação e Cidadania, de Aracaju, com mais de 70% dos votos. A iniciativa oferece aulas de música para crianças de escolas públicas e de uma comunidade quilombola, que fica em região de vulnerabilidade de Aracaju. 

Música Para Todos, categoria voltada a projetos que promovem a democratização do acesso à música e abertura de palcos para novos artistas, teve como vencedor o Dia da Música, de São Paulo. Com shows gratuitos em mais de 30 cidades de todo o Brasil, é inspirado em um movimento francês, a Fête de la Musique. Em sua segunda edição no Brasil, contou com mais de 200 apresentações. 

Já o Street Music Map, também de São Paulo, ganhou a categoria Música Que Conecta, focada em ferramentas digitais, de mapeamento colaborativo de músicos de rua de todo o mundo, que pode ser acessada via site ou aplicativo.

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