Um pastor de igreja evangélica localizada no município de Breves, no arquipélago do Marajó, foi condenado a 39 anos de prisão por estupro de vulnerável, exploração sexual e por possuir e armazenar pornografia infantil, com o agravante de que ele…

Acionado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Ministério Público Federal recomendou ao prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, medidas efetivas para que os responsáveis pelo edifício conhecido como Bloco B da Assembleia Paraense assegurem a manutenção emergencial do…

Na quarta-feira passada (22), operários e servidores ligados à execução da reforma e readequação do Palácio Cabanagem almoçaram com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, que preferiu essa forma de reunião para agradecer pelo compromisso com o trabalho e…

Nunca reclamem de barreiras de fiscalização no trânsito. Graças aos agentes do Detran-PA um homem vítima de sequestro foi resgatado ileso ontem à noite, por volta das 23h, na rodovia BR-316. Conforme relato do coordenador de Operações do Detran-PA, Ivan…

Sem polícia, queixemo-nos ao Bispo!

Como diz o caboclo parauara, está tudo muito avacalhado. O diretor da polícia metropolitana,
delegado Roberto Teixeira, foi denunciado pela Associação dos Delegados por
assédio moral e outras condutas violentas perante seus colegas e subordinados.
Por sua vez, chamou de “vagabundos” e “corruptos”
os delegados acusadores.
É claro que urge a imediata apuração dos
fatos. Mas quem quer que tenha razão, a verdade, com clareza solar, é que a
Polícia Civil está realmente com sérios problemas. Se o diretor é o que dizem,
por que lhe foi confiada tão elevada função? Será possível que, com um exército
de milhares de “assessores especiais” pagos com o dinheiro do povo, ninguém se
preocupa em verificar a ficha funcional dos indicados a DAS, nem que seja para
evitar constrangimentos do tipo ao governador? E para que existe a “inteligência” da Segup, afinal?  E se o diretor tem razão no que diz de seus
subordinados, o que fazem a Corregedoria e o delegado-geral, que não apuram nem
punem como deveriam os infratores?
E o Zé povinho, que já não aguenta os assaltos
à mão armada com reféns e execuções à luz do dia todo santo dia, assiste a tudo
boquiaberto. Como confiar nessa polícia? Como a Segup espera ter um mínimo de
credibilidade? Como o governo acha que os cidadãos se sentem?!
Para completar a desmoralização, depois dos
quartéis e bancos explodidos por bandidos, ontem a própria sede da Ouvidoria da
Secretaria de Segurança Pública do Pará, em Belém, foi invadida e todos os
servidores assaltados em pleno ambiente de trabalho, inclusive a Ouvidora,
Eliana Fonseca. Tal é a fragilidade do sistema que o órgão nem vigilância
eletrônica tem.  As imagens do circuito
de segurança da igreja da Santíssima Trindade, que fica ao lado – pasmem! -, tiveram
que ser requisitadas para subsidiar as investigações.
Mas, tal qual o samba-canção “Molambo” (1953), de Jayme Tomás Florence
(Meira) e Augusto Mesquita:
Eu sei
que vocês vão dizer
Que é tudo mentira,
que não pode ser

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *