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Salve, Raimundo Pinto!

“Quando movimentos sociais do campo, como o MST, fincam em seus assentamentos e acampamentos o nome de lideranças que fizeram parte de sua história remota ou recente dão também uma lição de como a memória é essencial para a construção um porvir mais próspero. O poeta mapuche, do sul do Chile, Leonel Lienlaf, afirma esta convicção de seu povo milenar de forma muito precisa.
O mandato do deputado Cláudio Puty acredita que pessoas determinantes em seus espaços, como Raimundo Pinto, que hoje completa dois anos de falecimento, precisam ter sua trajetória reconhecida e respeitada, para iluminar o caminho dos que ainda percorrem, neste caso, as trilhas da comunicação.
E lembrar de Raimundo José, como alguns preferem chamá-lo, não é só na saudade que fica para Lúcio Flávio Pinto, Elias Pinto, Silvia Sales e tantos outros que o guardam com afeto. Lembrar dele é ainda saber, no exercício diário do trato profissional, que é possível e necessário ser íntegro, dedicado e generoso.
Velhas e novas gerações, que conviveram um pouco mais ou muito menos com ele, podem recorrer à sua biografia, construída e qualificada em A Província do Pará, no Bandeira 3, no Estadão, na Embrapa, no Governo do Estado, no Sindicato dos Jornalistas do Pará, na Gazeta Mercantil, no Pará Negócios, em livros que publicou. Mas é em seu caráter que reside um dos seus principais talentos.
Salve, Raimundo Pinto.”
(Do blog do Cláudio Puty, justa homenagem à memória do querido amigo e colega jornalista Raimundo José Pinto.)

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