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Retomada negociação entre professores e governo

Depois de mais de
quatro horas de reunião tensa no MPE-PA, entre a promotora de Justiça de Direitos
Constitucionais Fundamentais, Maria das Graças Corrêa Cunha, representantes do
governo do Estado, professores em greve e deputados estaduais, ficou decidido
que o Sintepp vai avaliar a desocupação do prédio da Seduc, com o que o governo
voltará a negociar e a promotora irá rever a recomendação expedida. Uma nova
reunião está marcada para a terça-feira, 29, no auditório do prédio-anexo do
MP, às 9h.


O
coordenador-geral do Sintepp, Mateus Ferreira, criticou duramente a promotora
de justiça, que, apesar de o STF ter declarado a legalidade do movimento,
emitiu recomendação ao governo para descontar os dias parados. Até a
secretária de Estado de Administração, Alice Viana, considerada linha dura,
teve postura mais condescendente que a promotora e assegurou aos grevistas que
o corte de ponto é uma decisão administrativa que independe de recomendação do
MPE e tranquilizou a todos quanto ao pagamento integral do salário de outubro.


Uma comissão
paritária deverá ser criada a fim de avaliar se o Estado tem condições de pagar
a dívida de R$ 72 milhões, relativa ao retroativo do piso nacional do
magistério. Uma comissão também incluirá os servidores da educação, que não são
professores, no Plano de Cargos, Carreira e Remuneração  do pessoal da Seduc.


Ainda há muitas
arestas a aparar, mas pelo menos foi estabelecido um clima favorável ao diálogo,
como é desejável entre pessoas  educadas
e, principalmente, no trato com educadores. O governo recuou da sua
intransigência e por sua vez os professores e servidores devem garantir a reposição das aulas
para que o ano letivo não seja perdido e  a comunidade escolar ainda mais prejudicada.


Participaram da
reunião os secretários de Estado de Promoção Social, Alex Fiúza de Mello, e de
Administração, Alice Viana; o procurador geral do Estado, Caio Trindade; os
secretários adjuntos de Ensino e de Gestão da Seduc, Licurgo Brito e Waldecir
Costa, e os deputados estaduais Edmilson Rodrigues(PSOL), Ítalo Mácola(PSDB) e
Alfredo Costa(PT).

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