Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

Requinte de perversidade

Depois de oito anos de um crime que causou comoção pela brutalidade, o ex-deputado estadual Osvaldo dos Reis Mutran, o Vavá, senta no dia 7 de abril no banco dos réus perante a 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, em julgamento presidido pelo juiz Edmar Silva Pereira, pelo assassinato do pequeno David Ferreira de Abreu, que tinha apenas 8 anos, com um tiro na cabeça, em Marabá, no dia 4 de dezembro de 2002. O garotinho às vezes pulava o muro da chácara de Vavá Mutran, para apanhar frutas e brincar. Segundo testemunhos nos autos, o menino amarrava o cadarço de seus tênis, na calçada, quando Vavá mandou que corresse, e o abateu com um único disparo. Depois, chutou o corpo pelas costas e fugiu em seu carro.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *