Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

As Diretorias de Combate à Corrupção e de Polícia do Interior da Polícia Civil do Pará prenderam hoje (28), no Distrito Federal, durante a Operação "Litania”, uma falsa empresária e sócios-proprietários que utilizavam empresa de fachada como instituição financeira para…

A Secretaria de Estado da Fazenda do Pará publicou extrato de dispensa de licitação para contratar a Prodepa, por R$800.427,88, a fim de desenvolver novo site da Transparência do Governo do Pará, com criação de nova arquitetura de informação, navegação…

Andar de motocicleta proporciona histórias, experiências e adrenalina. Motos oferecem facilidade de locomoção rápida e de conseguir estacionamento. Mas a liberdade é, sem dúvida, o motivo número 1 de todo motociclista. Sentir o vento, o clima, fazer parte da paisagem. Este é…

R$37 bilhões no ralo, sem compensação

O Pará é um rosário de queixas sem fim quando se trata dos efeitos da lei Kandir. Como se não bastasse ter perdido, de 1997 a 2016, R$37 bilhões por causa da desoneração das exportações, dinheiro que poderia ser investido em saúde, segurança e educação, por exemplo, ainda é penalizado quando as empresas exportadoras compram equipamentos em outros estados, recolhem ICMS por lá e cobram do Pará créditos por esse recolhimento. Estas constatações são do economista Eduardo Costa, presidente da Fapespa, e constam da nota técnica “O impacto da Lei Kandir na arrecadação do ICMS dos estados de 1997 a 2016: estimativas das perdas com as desonerações de produtos básicos e semielaborados”, da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas. 

Só no ano passado, o Pará perdeu cerca de 3,1 bilhões, o que é quase equivalente ao seu orçamento anual de educação. Daria para construir 390 escolas técnicas como a recém-inaugurada em Santarém, que custou R$ 8 milhões e atende 1,4 mil alunos, ou 20 hospitais do porte do Abelardo Santos, localizado em Icoaraci, que oferece 256 leitos e custou R$ 157 milhões. 

Urge a criação de mecanismos de compensação para essa sangria desatada.

Cliquem aqui e leiam na íntegra a nota técnica da Fapespa.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *