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Qvosque tandem?

“O povo não sabe de um
décimo do que se passa contra ele. Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha
para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro”.
“Há no País uma grande combinação que impede o
exercício da transparência pública. Salários, ninguém põe na internet, porque o
sindicato pediu liminar.”
“Grandes casos de corrupção foram descobertos
por acidente. O controle é zero.”
“O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda,
indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É
desolador.”
“A corrupção, o
paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: ‘na hora que for para a Justiça vai
resolver’. Vai levar 20 anos”.
A polêmica declaração do governador Geraldo
Alckmin (PSDB-SP), que surpreendeu gregos
e troianos
ao manifestar seu insuspeito lado Robespierre, seria consagradora fosse proferida por
um líder rebelde a conclamar a multidão para a luta, mas desaponta e traz
desesperança por ser da lavra do governador de São Paulo, o mais rico e poderoso
do Brasil, ex (e se puder, futuro também) candidato a presidente da República,
que deveria dar nomes aos bois e
promover a catarse nacional ao exigir, afinal, o cumprimento de todos os
princípios inseridos na Constituição Federal.
Afinal, se o povo não sabe, de fato, um
décimo do que é feito às suas costas e às suas custas, é porque ditos
representantes populares agem à revelia da plebe.
Alckmin poderia até se tornar herói
nacional, nesta terra tão ávida por ídolos, se virasse a mesa, ainda que tardiamente, e deixasse sua indignação,
aos borbotões, fertilizar e semear um novo tempo, em que a corrupção e a impunidade
não fossem as chagas abertas da nação brasileira. O seu recuo, o seu contido
silêncio, lhe será cobrado na História. Uma pena.

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