Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Quando a cadeia substitui a escola

O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, segundo dados do ICPS, sigla em inglês para Centro Internacional de Estudos Prisionais, do King’s College, de Londres. Ultrapassa a Rússia, que tem 676.400 presos. A população carcerária brasileira é de 711.463 presos, conforme dados do CNJ, que levam em conta as 147.937 pessoas em prisão domiciliar. Se considerado o número de mandados de prisão em aberto, de acordo com o Banco Nacional de Mandados de Prisão – 373.991 –, a população prisional nacional saltaria para 1,089 milhão de pessoas. É muito. Demais. O percentual de presos provisórios (aguardando julgamento) no País está nos 32%. E o déficit atual no sistema é de 354 mil vagas. Situação delicadíssima e que exige atenção e políticas públicas adequadas. É hora de os candidatos à Presidência da República se manifestarem quanto a esse quadro sombrio. Algo de muito errado acontece quando se gasta muito mais dinheiro para manter presos nas cadeias do que crianças e adolescentes nas escolas. Jamais haverá celas suficientes para tantos criminosos, se não houver um choque de gestão e uma política de Estado séria e firme que combata as causas e não os efeitos.

Vejam aqui a íntegra do Novo Diagnóstico de Pessoas Presas no Brasil.

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