Publicado em: 23 de março de 2016
O blog critica mas também elogia, quando é o caso: o promotor de Justiça de Melgaço, José Ilton Lima Moreira Júnior, já se integrou à comunidade do município e está atuando com firmeza no combate às mazelas sociais. Recentemente, promoveu audiência pública na Câmara Municipal, colocando em discussão políticas públicas voltadas às famílias, as dificuldades enfrentadas pelas Polícias Civil e Militar e os malefícios da exploração sexual, além da importância da formação dos professores, da educação sexual na escola e de um sistema de identificação de vítimas de exploração sexual. A Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte II, a Prefeitura Municipal, as polícias Civil e Militar, e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), entre outros, participaram ativamente do evento, que mobilizou a população marajoara. Melgaço, que ficou tristemente famoso como o município com menor IDH do País, também vive o drama das chamadas meninas balseiras do rio Tajapuru, que se deixam explorar em troca de um quilo de carne, um pacote de biscoitos ou um litro de óleo diesel, situação medonha que vem sendo denunciada há décadas pelo bispo do Marajó, Dom José Luiz Azcona.
A importância do Plano Municipal de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi destacada pelo promotor de Justiça José Ilton e outros participantes, como a Irmã Henriqueta Cavalcante, da Comissão Justiça e Paz, e o delegado Rodrigo Amorim.
A presença de crianças e adolescentes em ambientes noturnos é outra questão a ser resolvida. Já foi expedida recomendação do Ministério Público aos proprietários de bares, boates e restaurantes sobre a proibição da venda de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes e a necessária verificação da idade de quem esteja nesses estabelecimentos. Mas a fiscalização deve ser constante, e os órgãos de segurança pública e o Conselho Tutelar precisam traçar metas.
A presença de crianças e adolescentes em ambientes noturnos é outra questão a ser resolvida. Já foi expedida recomendação do Ministério Público aos proprietários de bares, boates e restaurantes sobre a proibição da venda de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes e a necessária verificação da idade de quem esteja nesses estabelecimentos. Mas a fiscalização deve ser constante, e os órgãos de segurança pública e o Conselho Tutelar precisam traçar metas.










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