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Processo Judicial Eletrônico no TRT8ª

A Seção
Especializada I do TRT 8 teve hoje um momento histórico. Em sessão presidida
pelo desembargador do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca, decano do
Tribunal, foi julgado o Agravo Regimental em Ação Rescisória de nº 10000. Pela
primeira vez, um processo iniciado pelo Processo Judicial Eletrônico da Justiça
do Trabalho chegou à segunda instância do TRT 8, com mudanças consideráveis no
procedimento, que ganhou muito em celeridade. Todos os
desembargadores votaram com antecedência, acompanhando a relatora, desembargadora
do Trabalho Alda Maria de Pinho Couto, de cujo voto tiveram conhecimento
antecipado, através da tela do PJe em seus computadores, pela internet.
O
desembargador Vicente Malheiros, que substituiu o presidente titular da Seção
Especializada I, também vice-presidente do TRT 8, desembargador Luis José
de Jesus Ribeiro, que está em viagem, registrou o avanço. “Hoje é a primeira
vez que o TRT vai julgar em sessão um processo genuinamente eletrônico, do
sistema chamado PJE, o Processo Judicial Eletrônico, implantado muito
recentemente, ainda na gestão do ministro João Oreste Dalazen no TST e que esteve em Belém, assim como no Brasil todo, fazendo a implantação do PJE.
Isto é apenas um registro, mas doravante este sistema se tornará irreversível,
e imprimirá uma agilidade fenomenal, porque os magistrados terão acesso
reservado ao voto do relator e poderão fazer aquilo que o STF faz há algum tempo, que é a votação antecipada pela internet”, comemorou,
explicando que, quando o desembargadores estiverem na sessão pública, o
julgamento pode durar poucos segundos, desde que não haja divergência.

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