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Preparem as algemas!

O MPT e MPE incluíram as fraudes nos vales-alimentação da Câmara Municipal de Belém no rol de irregularidades que estão sob investigação e que já culminaram com o ajuizamento de uma ação civil pública por excesso de comissionados na CMB.
Os servidores comemoraram, ontem, a divulgação do esquema criminoso. A categoria está indócil com as tentativas de redução do benefício dos trabalhadores, enquanto os dos edis só aumenta. Chefes de gabinetes de vereadores e assessores telefonaram para a redação de O Liberal confirmando as denúncias. Segundo um deles, o vereador José Scaff (PMDB), que troca vales por dinheiro com deságio de 10 a 20%, chegou a abrir a sua mala de “free lancer financeiro” no plenário, certa vez.
Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Belém, Raimundo Castro (PTB), confirmou (!) as denúncias publicadas no domingo. Ele diz – acreditem! – que os vereadores recebem R$ 14 mil em vale-alimentação mas ainda não foi publicado no Diário Oficial da Casa devido ao grande volume de matérias na lista de espera da “gráfica” não oficial da CMB. Oh, céus! Deve ser enorme a produção dos vereadores. Por que será que o povo de Belém nunca viu algo em seu favor?
O último reajuste foi formalizado pelo Ato nº 075, de 15 de maio de 2009, fixando o vale-alimentação em R$ 7.560,00 por gabinete de vereador. Castro também confirmou que não há controle dos vales encaminhados aos gabinetes. Os outros vereadores ficaram caladinhos. Ninguém subiu à tribuna ou quis comentar a denúncia.
A população de Belém aguarda que a Polícia Civil, a Polícia Federal, MPF e TCM informem as providências que estão tomando.

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