A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Potencial aquaviário

A China investe 5% do PIB em infraestrutura, por isso cresceu, em média, 13%, nos últimos seis anos. No Brasil, só 0,3% do PIB vai para o setor, daí a ameaça de pane logística. Há necessidade urgente de interligação dos modais para eliminar gargalos e permitir maior competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, bem como o desenvolvimento regional, já que os fretes hidroviários são 62% mais baratos do que os rodoviários, gerando economia para os cofres públicos. A prioridade é para os eixos considerados mais importantes para a economia, que são as hidrovias do rio Madeira (corredor Oeste-Norte), Guamá-Capim (corredor Araguaia-Tocantins); Tietê-Paraná (corredores Transmetropolitano do Mercosul e do Sudoeste), Paraguai (corredor do Sudoeste), São Francisco e as eclusas de Tucuruí e de Lajeado. Na região amazônica, o Ministério afirma que o PAC prevê, além da manutenção da navegabilidade nas hidrovias, a construção e reforma de 67 terminais hidroviários para atender embarcações fluviais, ao custo total de R$ 700 milhões. Além de mais eficiente e econômico, o transporte por hidrovias também gera menor impacto ambiental. O maior dano possível é a poluição do lençol freático pelo óleo derramado de embarcações mal conservadas, o que pode ser evitado através de manutenção periódica.

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