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Plano emergencial em Marituba

O governo do Estado elaborou um plano de trabalho emergencial a fim de atender os moradores das seis localidades mais impactadas pelo aterro sanitário de Marituba: Santa Clara, Pato Macho, Uriboca, São João, Decouville e Terra do Meio. A partir de amanhã uma equipe multiprofissional, incluindo dermatologistas, pneumologistas e infectologistas, atuará como rede de proteção às famílias. A base de Decouville vai funcionar de segunda a sábado, das 8h às 18h. No local serão desenvolvidas ações de cidadania, de saúde (com exames especializados), trabalho, emprego e renda (qualificação) e também nas áreas de esporte, cultura e lazer. 

A presença mais efetiva do Estado tem o sentido de assegurar assistência à população, diminuindo os riscos de doenças mais graves em decorrência da exposição ao chorume e ao lixo tratado de forma inadequada.  

A Guamá Tratamento de Resíduos enviou nota o blog relatando que vai protocolar documento junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade acerca do cumprimento de parte das recomendações orientadas pela Semas para melhorias no aterro sanitário de Marituba, num total de 25 itens. A empresa diz que está implementando novo programa de relacionamento com a comunidade e que negocia com empresas locais para viabilizar o tratamento em suas unidades industriais. Afirma que já foi atestada a viabilidade de utilizar a Estação de Tratamento da Jari, em Monte Dourado, município de Almeirim, faltando autorização da Semas para seguir neste sentido. O que não se sabe é como vai ser feito isso a mais de mil quilômetros de distância, vez que a Jari atua na divisa do Pará com o Amapá.

A companhia também afirma já ter implantado e estar em funcionamento a segunda planta de osmose reversa, que amplia a capacidade de tratamento de chorume, obras no sistema de drenagem e cobertura de resíduos em uma área de 8 mil m², além da dupla impermeabilização de solo e a cobertura das bacias utilizando geomembrana PEAD.
A Guamá deverá, ainda, firmar aditivo ao convênio com a UFPA para readequação do Plano de Monitoramento da Qualidade das Águas Superficiais e Subterrâneas e
 vem pedindo à Semas dilação de prazos, alegando o período de chuvas. 

A empresa garante que abriu canal de diálogo com os moradores da área vizinha ao aterro,  e que criará um centro comunitário de convivência, programa de visitas comunitárias ao empreendimento, ações ambientais nas escolas e de incentivo ao empreendedorismo. Vamos acompanhar e cobrar. 

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