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Pesquisa revela precarização do jornalismo

Já está disponível o relatório final da pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro 2021, liderada pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro/UFSC), Rede de Estudos sobre Trabalho e Profissão (RETIJ) e Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). O estudo, sob a coordenação geral do professor doutor Samuel Pantoja Lima, paraense de Santarém e docente da Universidade Federal de Santa Catarina, evidencia a precarização estrutural do jornalismo brasileiro.

Entre os indicadores apresentados com mais frequência, aparecem aumento da intensidade do trabalho, multifuncionalidade, demissões, vínculos precários, longas jornadas, assédio moral, baixos salários, instabilidade e insegurança na profissão, feminização e juvenilização, desestruturação das relações de trabalho e enfraquecimento da categoria de forma organizada.

Os jornalistas brasileiros estão expostos a vulnerabilidades ligadas à precarização social do trabalho, tanto do ponto de vista salarial, estrutural, tipo de vínculo e regulamentação, quanto da insegurança à vida, que afeta a sociabilidade, a identidade, expõe à violência e gera adoecimento psíquico e físico. Tais fragilidades podem se refletir na qualidade de vida e sofrimento ético, além de gerar alienação e estranhamento, perda da subjetividade e resignação, aponta a pesquisa.

As mulheres jornalistas trabalham o mesmo que os homens mas ganham menos e têm menos acesso a benefícios.

A pesquisa inclui, ainda, dados sobre os efeitos das inovações tecnológicas, observando as principais mudanças apresentadas nos últimos dez anos. Clique aqui e faça o download.

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