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Parauara que brilha nos tribunais superiores

Pouquíssimos
sabem, mas o novo diretor geral do STF, discreto, avesso a badalações, é um
brilhante parauara. Miguel Augusto Fonseca de Campos é santareno, filho de
Miguel de Oliveira Campos (flautista) e Maria Annita Fonseca de Campos
(pianista e professora) – irmã de Wilson Fonseca (maestro Isoca). Casado com
Tânia Guerreiro Campos, ele é pai de Andréa (violinista) e Tânia Augusta
(violista), que integram a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São
Paulo, a Orquestra Bachiana (dirigida pelo maestro João Carlos Martins), além
de outros conjuntos musicais, na capital paulista, depois de estudarem e
morarem nos EUA, por quase 15 anos. E mais: Miguel canta e toca flauta e violão.
É um talento extraordinário.

Estudou
no Colégio Dom Amando, em Santarém. Bacharel em Administração Pública pela
Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas, no Rio
de Janeiro, fez brilhante carreira no Banco de Brasil, onde trabalhou durante
três décadas. Foi diretor-geral do TSE, na presidência do ministro Ayres Britto
(2008-2010); diretor-geral do STJ, na presidência do ministro Barros Monteiro
(2006-2008); diretor-geral do STF, na presidência do ministro Nelson Jobim
(2004-2006); diretor-geral do TSE, na presidência do ministro Nelson Jobim
(2001-2003); 
diretor-geral do STF, na presidência do ministro Carlos Velloso (2000-2001); diretor-geral
do STJ, na presidência dos ministros Américo Luz e Antônio Pádua Ribeiro
(1997-2000); secretário de Administração e Finanças do STJ, na gestão do ministro
Américo Luz (1997); diretor do Departamento Administrativo do STF, na presidência
do ministro Sepúlveda Pertence (1995-1997); e diretor-geral do CNJ, nas duas
administrações dos ministros Ayres Britto e Joaquim Barbosa, de 2012 a 2013.

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