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Pará e China firmam parceria

FOTO: AIRTON XAVIER
De olho nos US$ 20 bilhões em créditos para projetos nas áreas de infraestrutura, manufatura, tecnologia e agronegócio do Fundo de Cooperação Brasil-China, o governador Simão Jatene assinou hoje com representantes da China Railways Corporation e do Clai-Fund um Memorando de Entendimento de modo a formalizar parceria destinada a viabilizar a construção da Ferrovia Paraense. A cerimônia foi em Brasília, na Embaixada da China, e contou com a presença do embaixador chinês no Brasil, Li Jinzhang, do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Mineração, Adnan Demachki, e do senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA), além de Han Deping, diretor-geral do Clai-Fund, e Song Jingjing, diretor-geral da CREC. 

Os MOUs (Memorandum of Understanding) são acordos de cooperação e troca de informações celebrados entre reguladores de valores de diversos países do mundo, que definem as atribuições das partes. A CREC nº 10 é uma das maiores construtoras de ferrovias do mundo, com receita de 100 bilhões de dólares e 15 mil funcionários. Já o Clai-Fund é um Fundo de investimentos chinês para a América Latina. 

Os chineses quiseram saber quanto às desapropriações de 770 áreas privadas no traçado da ferrovia, demanda de cargas e capacidade de operação, ampliação e acesso ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena.
O secretário Adnan Demachki tirou todas as dúvidas, e inclusive informou quanto à dragagem do Canal do Quiriri, de acesso ao porto, cujos estudos o governo federal se comprometeu a delegar ao Pará. Nove empresas já firmaram compromisso para o transporte de 27 milhões de toneladas de carga pela Fepasa. Além delas, há outras 16 que possuem minas no sul do Pará e ainda não fazem lavra por falta de logística para o transporte.

A Ferrovia  Paraense terá 1.312 Km, e ao longo de 58 Km vai se sobrepor à Norte-Sul , entre Rondon do Pará (PA) e Açailândia (MA). O custo do projeto é estimado em R$ 14 bilhões.  

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