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Paciente com leucemia sem remédio

“Tenho 29
anos e em julho de 2013 descobri que eu estou com leucemia e quando internei-me
no Hospital Público Ofir Loyola, em Belém do Pará, tive que tomar um
medicamento quimioterápico chamado Vesanóid (ATRA), e a minha médica solicitou
a compra ao hospital. Na minha primeira sessão de quimio, tomei o ATRA, devido
ter sobrado do frasco de outro paciente que havia falecido. Durante a segunda’
quimio, não tomei o medicamento, pois o hospital não havia comprado. Estou
internada no referido hospital desde 23 de novembro e não posso iniciar a
terceira sessão de quimio, devido o medicamento ainda estar em falta. Com tudo
isso, a doença está se agravando e minha vida está em risco! O Ministério
Público está ciente de tudo isso, mas até agora… nada! O hospital ‘referência
em tratamento oncológico’, responde que o remédio está em fase de compra, sem
previsão de chegada. Mas desde julho? Será falta de verba? Ou falta de
respeito?
Não estou
pedindo favor; só quero meu direito de receber o medicamento e salvar minha
vida. Não quero ser mais uma nas estatísticas de paciente que não resistiram à
leucemia. Se algum hospital, como HSM, o Hospital da Saúde da Mulher, e o Porto
Dias, que tem tratamento para leucemia, utilizarem esse medicamento e poderem
vender-me, eu e minha família faremos de tudo para comprá-lo, pois sabemos que
cada frasco custa na faixa de R$ 1.200,00.
Por favor,
me ajude. Estou correndo contra o tempo e revoltada com tanto descaso. Meu caso
já passou em duas emissoras (Liberal e Record), mas não resultou em nada.
Gostaria que passasse a nível nacional.
Cadê o
dinheiro público?
Obrigada!
Leidiluci
Ferreira Brito
(91) 8815-9410/ 8412-6631”

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