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Outro presidente da OAS preso pela PF

Preso pela Polícia Federal hoje na Operação Vidas Secas – Sinhá Vitória, o presidente da OAS, Elmar Varjão, era antes o diretor operacional no Nordeste e já foi diretor regional da empreiteira no Pará. Sua detenção é temporária, por 5 dias,  prorrogáveis pelo mesmo período, sob acusação de associação criminosa, fraude na execução de contratos e lavagem de dinheiro. 

A PF investiga o superfaturamento das obras de engenharia executadas em dois dos quatorze lotes da transposição do rio São Francisco.
Cerca de 150 agentes cumpriram 32 mandados judicias: 24 de busca e apreensão, 4 de condução coercitiva e 4 de prisão temporária, no Distrito Federal e nos estados de Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia. 

Empresas de fachada desviaram cerca de R$ 200 milhões dos recursos destinados à transposição do rio São Francisco, no trecho que vai do agreste de Pernambuco até a Paraíba. Os contratos investigados, até agora, são da ordem de R$ 680 milhões.
Algumas empresas estariam em nome de um doleiro e a um lobista investigados na Operação Lava Jato.

Os subornos eram repassados pelo doleiro Alberto Youssef e pelo operador Adir Assad – os dois estão presos em Curitiba. Youssef relatou os pagamentos feitos pela empreiteira no seu depoimento em delação premiada. Varjão, responsável pelo consórcio com a construtora Coesa e o grupo OAS nas obras de transposição, era um dos principais interlocutores entre a OAS e políticos nordestinos e costumava intermediar doações de campanha. 

É o segundo presidente da OAS preso por corrupção. O primeiro foi Leo Pinheiro, já condenado a 16 anos de prisão pelo juiz federal Sergio Moro por pagar propina a diretores da Petrobras e ao PT a fim de conseguir contratos com a estatal. Ele recorre em liberdade. O grupo OAS passa por recuperação judicial, com dívidas que somam R$ 8,8 bilhões.

A Operação Vidas Secas – Sinhá Vitória foi assim batizada por representar a mulher do sertão, que não se rende à miséria. Uma personagem descrita no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, como uma mulher forte, fazia as contas do pagamento recebido do dono da fazenda onde trabalhavam, sempre chegando à conclusão de que eram roubados. 

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