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Outro ataque à memória de Belém

Mais um ataque à memória de Belém do Pará perpetrado nas próprias placas municipais. Localizada no bairro da Campina – e não em Batista Campos! – , a rua Arcipreste Manoel Teodoro – e não Arciprestes! – é uma homenagem a Manuel Teodoro Teixeira, que foi deputado provincial, vigário capitular, governador do Bispado e presidente interino da Província do Pará, no período de 29 de junho a 7 de agosto de 1843. Arcipreste é a denominação do decano entre os presbíteros de um arciprestado, responsável pela correta execução dos deveres eclesiásticos e pelo estilo de vida daqueles sob sua autoridade. Na época do Império, o arcipreste ocupava posição regional na diocese, coordenando os vigários da Vara, que por sua vez coordenavam os vigários das paróquias ou freguesias. 

Aliás, a história da rua é interessantíssima e um tanto tenebrosa. Antigamente a Arcipreste Manoel Teodoro era o Caminho de Cruz das Almas, que começava na Praça das Sereias, na Av. Presidente Vargas. No meio do caminho, havia uma grande cruz, e ao lado dela um cofre, e quem por lá passava precisava deixar uma oferenda em dinheiro para ajudar as almas no purgatório a encontrar o caminho do paraíso, e assim chegar ao seu destino são e salvo. Isto porque até a primeira metade do século XIX toda a área da Praça da República à Praça Batista Campos era um cemitério, onde eram enterrados escravos, indigentes e homens sem posse. 

A foto é do advogado e membro da Academia Paraense de Letras Sebastião Piani Godinho, que detectou a aberração. Alô, Prefeitura de Belém! Quem fiscaliza as placas da cidade?

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