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Operação Poseidon prende 18 no Pará

A Operação Poseidon, da Polícia Civil do Estado do Pará, em parceria com o Ministério Público e em cooperação com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, já prendeu preventivamente onze pessoas, hoje cedinho, além de mais sete em flagrante, e cumpriu mandados de busca e apreensão de armas, raias e peixes ornamentais endêmicos, em Itaituba, Altamira e Manaus.


Conforme a Polícia e a Semas, trata-se de associação criminosa interestadual, especializada na captura predatória dos peixes e raias dos rios amazônicos, saindo dos municípios de Itaituba e Altamira, de onde surgem três rotas: para Belém, Santarém e para o Amazonas. Os peixes ornamentais e raias atingem grandes valores no mercado internacional: uma só raia pode alcançar US$50 mil, para fins de ornamentação e biopirataria. 

Além da pesca predatória, os animais sofrem maus tratos, visto que são transportados em pequenos sacos, com quantidade limitadíssima de água e oxigênio, fazendo com que muitos morram antes de chegar ao seu destino. Há, ainda, lavagem de dinheiro, uma vez que os valores recebidos pelos traficantes são reinvestidos em empresas aparentemente lícitas. 

Em junho de 2016, foram apreendidos pela equipe 58 raias do tipo Jabota, cuja comercialização não é autorizada, e mais de 400 acaris, ocasião em que o mesmo grupo envolvido tentava embarcá-los ilegalmente para Manaus, a partir de Santarém, carregando os animais em malas, tendo sido presas na época cinco pessoas. A operação Poseidon faz parte de estratégias do Estado do Pará em reprimir o tráfico de animais, bem como a biopirataria. 

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