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Operação Dilúvio em Mãe do Rio

A operação “Dilúvio”, da Polícia Civil, cumpriu hoje em Mãe do Rio, no nordeste do Pará, 36 mandados judiciais – 21 de busca e apreensão, oito de condução coercitiva e sete de prisão preventiva de envolvidos em desvio de recursos públicos. Policiais da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, com apoio das Diretorias de Polícia Metropolitana e de Polícia do Interior, do Núcleo de Inteligência Policial e do Grupo de Pronto-Emprego, sob coordenação do delegado Evandro Araújo, diretor da DRCO, apuraram o sumiço de mais de R$ 2,5 milhões, valores que podem quadruplicar ao final das investigações. A promotora de justiça Andressa Ávila atuou em conjunto com a polícia e os mandados judiciais foram expedidos pelo juiz Cristiano Magalhães Gomes. 

Conforme o delegado Carlos Eduardo Vieira, titular da Delegacia de Repressão a Defraudações Públicas, o esquema funcionava durante a administração do ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães, codinome Badelcujo mandato encerrou em dezembro de 2016.
Vários contratos estão sob suspeita, e o leque é enorme. Vai desde fornecimento de serviço funerário, marmitas e transporte escolar, hospedagem e asfaltamento, até a subtração de documentos da Prefeitura. 
Como se fosse pouco, o inquérito policial apurou, ainda, a falta de prestação de contas aos órgãos de controle. 

Cinco foram presos: o ex-secretário municipal de Finanças, João José Canuto de Moraes; a ex-secretária de Educação, Lana Regina Cordeiro de Oliveira; a ex-secretária de Assistência Social, Antônia Edilaura Tavares Lopes; o empresário Everaldo Manoel Rodrigues dos Reis, o Zé do Caixão, e o empresário João Paulo de Freitas Oliveira. Estão foragidos o ex-prefeito José Ivaldo Martins Guimarães e o ex-secretário de Saúde, Francisco Gonzaga Queiroga Sobrinho, mas o Núcleo de Inteligência Policial e o Serviço de Polícia Interestadual de Buscas e Capturas (Polinter) estão no encalço de ambos.

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