O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

O patrimônio de Belém em ruínas

Em novembro de 2010 a presidente da Associação Cidade Velha – Cidade Viva, Dulce Rosa Rocque, fez esta foto de um casarão na Trav. Cametá que já estava em ruínas. Uma placa informava que aquela edificação era do Estado do Pará. Na época, somente alguns azulejos sobravam no alto da construção. Pois sábado passado ela acabou de ruir e ficou assim como se observa em nova foto da vigilante Dulce Rosa: os azulejos praticamente desapareceram, e a telhas também. A placa foi retirada. 

A lei nº 7.709/94 dispõe sobre a preservação e proteção do patrimônio histórico, artístico, ambiental e cultural do município de Belém. E as Portarias nº 060 /2013– GAPRES/FUMBEL, de 18 de março de 2013, e nº 060/2013-GAPRES/FUMBEL estabelecem sanções e multas para quem não respeita a lei nº 7.709/94.

Só que nada acontece com a eficiência e eficácia necessárias para cumprir os dispositivos legais e preservar a memória da cidade. Aqui, como se repete jocosamente, lei é potoca.

Bate a desesperança quando, em pleno Largo da Sé, no conjunto arquitetônico mais bonito e representativo de Belém, berço da cidade, a ex-sede da Fumbel, órgão nascido pra cuidar do patrimônio histórico do município, incendeia por falta de manutenção. Como a Prefeitura poderá exigir dos cidadãos donos de casas antigas aquilo que a própria administração pública não respeita?

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *