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O mar agitado da História

A sessão de hoje na Assembleia Legislativa
foi conturbada. E até os deputados Valdir Ganzer (PT) e Paulo Jasper, o Macarrão(PMDB), que estão de licença médica, compareceram.
O deputado Parsifal Pontes, líder do PMDB,
foi à tribuna acusar o governador Simão Jatene de fazer do Poder Legislativo um
anexo do Executivo. E a discussão do seu requerimento com pedido de urgência  para que a data da eleição da Mesa Diretora seja marcada ainda neste
mês, antes do recesso parlamentar, deixou o plenário em ebulição. Todos os líderes queriam falar indefinidamente. Até que o
presidente, deputado Manoel Pioneiro(PSDB), resolveu dar por encerrada a
discussão, por acordo de lideranças, e colocou em votação o requerimento. Pra
que! Foi outro bafafá. As alegações
eram várias: nem todas as bancadas entraram em acordo, o horário de apreciação
de requerimentos estava esgotado, havia interessados em continuar o debate e
até em encaminhar a votação. Mas não
houve choro nem vela
. E o requerimento foi derrubado por 20 votos a 15.
Antes, Pioneiro convocou o colégio de líderes para uma reunião na
terça-feira da semana que vem, logo cedo, a fim de deliberar acerca da polêmica
data.
A rigor, tal requerimento
podia nem ter sido recebido pela Mesa, eis que não cabe no Regimento Interno. O
deputado Manoel Pioneiro quis ser cordato e, para não acirrar os ânimos,
recebeu a proposição e a incluiu na pauta, onde já se demorava há três sessões,
sem desfecho. Agiu corretamente e dentro das normas regimentais. Até porque,
como presidente, é ele quem detém o poder de marcar a reunião preparatória para
a eleição da Mesa Diretora.
O jogo político é dinâmico e
é evidente que todos usam as armas de que dispõem. O Regimento Interno da Alepa
foi alterado na Legislatura anterior, quando era presidente o deputado Domingos
Juvenil (PMDB), e às vésperas de sua reeleição, estabelecendo a regra atual, que
deixa o prazo de 1º de dezembro a 1º de fevereiro, no caso do segundo biênio. Há
dois anos foi normal e aceitável. Agora não seria por qual razão? É uma
temeridade que se tente mudar as regras a cada quatro anos, ao sabor das
conveniências da hora. 

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