Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

O fiasco da operação previamente divulgada

O Ministério Público do Estado do Pará, em parceria com o  IV Distrito Naval, Propaz, Secretaria de Segurança Pública do Estado e Superintendência do Trabalho e Emprego, realizou, de 15 a 18 de abril, operação de combate à exploração sexual infantil no arquipélago do Marajó. Durante todo o período – vejam só! – não foi constatada qualquer situação do tipo. Óbvio! A operação foi divulgada com antecedência, e todos os envolvidos sabiam dos detalhes da ação. Evidentemente, não iriam se entregar de bandeja à polícia. Foi só saírem de lá e tudo voltou à rotina: crianças que deixam de frequentar a escola para sofrerem todo tipo de abuso dentro das embarcações que cruzam o arquipélago, em troca de um quilo de carne, um pacote de biscoitos ou um litro de óleo diesel.

Há décadas os órgãos governamentais são demandados para que executem um plano de enfrentamento aos constantes e gritantes abusos contra crianças e adolescentes. Até as pedras, principalmente do rio Tajapuru, na comunidade de Antônio Lemos e em toda a região do Estreito de Breves sabem como e quando tudo acontece. O bispo do Marajó, Dom José Azcona, denuncia há trinta anos os horrores vividos por meninas e meninos aos desamparo. Agora, com aviso prévio da fiscalização, evidentemente nada de irregular acontece. É de doer tanta, digamos, ingenuidade.

Foram utilizados na operação o navio-patrulha Bocaina, uma lancha de ação rápida e dois botes, além dos barcos André Luiz, Asa Branca, duas lanchas tipo “voadeiras” e uma lancha com cabine. Nada menos que 54 militares participaram da viagem. Um verdadeiro espetáculo de desperdício de tempo e dinheiro.  Menos mal que a Marinha atendeu 107 pessoas e realizou 61 procedimentos médico-odontológicos.

Na próxima vez – se houver – não custa uma sugestão: deixem os holofotes para depois. Para flagrar crimes, até criança sabe que é necessário alto sigilo.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *