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O escândalo do Ipamb

Nove equipes formadas por promotores de justiça do MPE,
delegados e investigadores civis deflagraram hoje a Operação Hígia e cumpriram 5
mandados de prisão e 9 de busca e apreensão de computadores, notas fiscais,
documentos particulares e públicos envolvidos em fraudes na utilização do
cartão do Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém, em
convênios com duas farmácias particulares da cidade.
Uma quadrilha usava o cartão criado
para os funcionários do Ipamb para compra de medicamentos, que permitia o
comprometimento de margem de 30% do seu salário, fraudando de duas formas:
aumentando essa margem ou utilizando os cartões em nome de pessoas fictícias,
que nunca trabalharam no instituto.
Após o Ipamb pagar as empresas, os
registros eram apagados do sistema de informática do instituto, impedindo que
os descontos fossem feitos nos contracheques.
Segundo o promotor Nelson Medrado, “o convênio era para compra de medicamentos, mas os membros da quadrilha
adquiriam nas farmácias notebooks, celulares, entre outros eletroeletrônicos.
Quando as empresas enviavam as contas para o Ipamb, nada estava registrado,
pois as compras eram apagadas do sistema
”.

O número de pessoas envolvidas pode ser
muito superior às dez inicialmente investigadas, pois apesar de tudo ter
começado com os convênios com as farmácias, há indícios de ligações da empresa
de Renato Spinelli com prestação de serviços à administração municipal do
Ipamb, já que documentos administrativos estavam na casa de Spinelli
”,
explica o promotor Arnaldo Azevedo.
Uma das pessoas presa hoje foi liberada
por se tratar apenas de um laranja,
cujo nome era utilizado indevidamente pela quadrilha em um dos cartões. O
outro, servidor do Ipamb, prestou depoimento, colaborando para esclarecer o
esquema e deve ter sua prisão temporária revogada ainda hoje.
Ainda estão tecnicamente foragidos três servidores do setor
de informática do Ipamb: Renato César Nascimento Spinelli (Chefe do
Processamento de Dados), Paula Carolina Soutão Vieitas e Diego Saavedra
Pinheiro.
Todos vão responder por peculato,
formação de quadrilha, inserção dados falsos em sistema de informática e
estelionato, além de improbidade administrativa.
Além de Milton Menezes, Nelson Medrado
e Arnaldo Azevedo, participaram da operação os promotores de justiça José
Godofredo dos Santos, Pedro Paulo Crispino, Acenildo Ribeiro, Wilson Brandão,
Francisco Lauzid e Aldo Saife. Na coletiva à imprensa realizada no MPE estavam
presentes os delegados de polícia Cláudio Galeno (NIP) e Rogério Moraes (DIOE).

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