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O dossiê Incra

O ex-superintendente do Incra em
Santarém, Francisco dos Santos Carneiro, servidor de carreira do Incra há mais de 35 anos, indicado ao
cargo pelo deputado federal José Priante (PMDB-PA), é o que se chama homem-bomba. Tem um dossiê explosivo sobre
o órgão. Contratação de construtora fantasma, laranjas, construção de estradas em projetos interditados,
convênios pagos sem que tenham sido concluídos são alguns dos itens que merecem
ser esquadrinhados com lupa pela Polícia
Federal e Ministério Público Federal.
Francisco
Carneiro diz que a sua antecessora, Cleide Antônio,
criou uma Comissão de Créditos Não
Oficial,
que seria responsável pela aplicação e fiscalização dos
créditos destinados aos assentamentos e não ficou satisfeita com o modelo de gestão adotado por ele, que
descentralizou o repasse pelas unidades avançadas dos municípios de Monte
Alegre e Rurópolis e permitia que cada associação de assentados gerisse seus
próprios recursos. Foi então denunciado por desvio de verbas oriundas de
créditos de instalação destinados à consolidação de projetos de assentamento,
mas, em liminar concedida no dia 15 de março deste ano, o juiz federal José
Airton de Aguiar Portela concluiu que “não há lastro para se qualificar de
ilícita a conduta”.
(Leiam a
decisão na íntegra aí em cima).
Carneiro
revela que, no final de 2011,

a administração nacional do Incra retirou
cerca de R$ 50 milhões do orçamento para instalação e apoio aos
assentamentos de Santarém. E que emprestou,
arbitrariamente, mais de R$ 2,7 milhões para a Superintendência do Mato Grosso
do Sul, não devolvidos até hoje.
Seu memorando ao presidente nacional do Incra, Celso
Lisboa de Lacerda, no último dia 21, dá para se ter uma ideia da casa de caba que é o Incra. No
documento, Francisco Carneiro alude a irregularidades em Juruti, Anapu e Resex
Arapiuns, pedindo rigorosa apuração da denúncia.

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