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O direito de nascer e viver

O apresentador de TV norte-americano Jimmy Kimmel, anfitrião da cerimônia do Oscar deste ano, foi às lágrimas ao contar, em programa na noite de segunda-feira, como seu filho recém-nascido se salvou da morte após ser diagnosticado com uma doença cardíaca. O bebê começou a ficar roxo três horas depois de um parto normal. Logo foi detectado tetralogia de Fallot, um problema congênito que acarreta mistura de sangue arterial oxigenado com sangue venoso. Teve que ser operado aos três dias de vida e deverá passar por outras duas operações, uma nos próximos seis meses e outra na pré-adolescência. 

No EUA, o debate nacional é porque, em 2014, se os pais não tivessem plano de saúde, provavelmente a criança sequer vivesse o suficiente para ter o tratamento negado. E Trump quer acabar com o Obamacare. O apresentador resumiu o drama: “Se seu bebê vai morrer e não tem que ser assim, não deve importar quanto dinheiro você ganha. Nenhum pai deveria ter que decidir se consegue bancar o custo de salvar a vida de sua criança, isso não deveria ocorrer, não aqui.” 

Não só nos EUA. Em nenhum país do mundo os bebês deveriam vir ao mundo para morrer ao desamparo. Em nenhum lugar a família deveria ter que mendigar apoio e assistência médico-hospitalar para garantir a vida.

A questão é em escala global, mas as regiões pobres são as mais atingidas, obviamente. Não à toa. A mortalidade infantil é embalada pela falta de assistência e de orientação às grávidas, pela deficiência no atendimento hospitalar aos recém-nascidos, pela ausência de saneamento básico (desencadeando a contaminação de alimentos e de água, resultando em outras doenças) e pela desnutrição. Além da falta de tratamento para doenças preexistentes.

No Brasil, o agravante é que os recursos para a Saúde Pública minguaram ainda mais porque foram tungados pelos vendilhões da Pátria. Até quando?

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