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O caso FPF e CFB

A perpetuação do coronel Antônio Carlos Nunes na presidência da Federação Paraense de Futebol, a exemplo dos demais dirigentes em nível nacional, é digna de estudo sociológico, de escritos literários na linha do realismo fantástico e da ação dos órgãos fiscalizadores da República, cuja inércia é alarmante. Afinal de contas, há convênios com órgãos públicos e sobram indícios relacionados aos recolhimento de tributos à Previdência Social e à Receita Federal, por exemplo. Ai de nós, pobres assalariados, que deixar de declarar R$10! No entanto, contratos milionários são badalados pela imprensa, dívidas estratosféricas são cobradas na Justiça do Trabalho, a riqueza é ostentada e nada acontece, um escárnio para o cidadão honesto e cumpridor de seus deveres.
 
Aliás, os senadores Mário Couto(PSDB) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) uniram forças, agora, para tentar viabilizar a CPI destinada a passar a limpo os entraves, as distorções, as denúncias de desvios de verbas, os abusos de poder, enfim, toda sorte de irregularidade existente na CBF e nas federações estaduais de futebol. Além de uma renúncia fiscal de mais de R$ 1,1 bilhão. O novo requerimento para criação da CPI do Futebol já tem apoio de 12 senadores.
O primeiro, que já tinha 33 assinaturas, foi arquivado em novembro, após a retirada de 8. Isto porque – vejam só! – o senador Zezé Perrella(PDT-MG), aquele do avião com meia tonelada de cocaína, convenceu os outros parlamentares, sabe-se lá o porquê.
Por sinal, o senador mineiro abriu o bocão em plenário para dizer, em alto e bom som, que não precisa de política. Se for por falta de adeus…

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