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O Grupo de Pesquisa Sociedade-Ambiente das Amazônias do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará atualizou o mapa da Cartografia Participativa da Área de Proteção Ambiental Algodoal-Maiandeua. A primeira versão do mapa também foi desenvolvida pelo GPSA-Amazônias e entregue à comunidade local em 2018. O mapa será impresso e entregue nas escolas das Vilas de Algodoal, Fortalezinha, Mocooca e Camboinha, além do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio), órgão responsável pela gestão da APA, que demandou a ferramenta. Também será disponibilizado, na forma digital, a todos os demais interessados, por meio de QR-Code.

A ação foi realizada pelos Projetos “Indicadores geográficos de riscos de impacto climático na zona costeira urbana paraense” e “Desenvolvimento de Indicadores de riscos socioeconômicos e ambientais decorrentes dos impactos das mudanças climáticas, na zona costeira do estado do Pará”, liderados respectivamente pelos professores Otávio do Canto e Norbert Fenzl, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e do Laboratório de Análise Ambiental e Representação Cartográfica (LARC), e está disponível no site do NUMA/UFPA.

A lei estadual 5.621/1990 criou a APA Algodoal/Maiandeua com área de 2.378 hectares. “Maiandeua” tem origem na língua Tupi e significa “Mãe da Terra”. A fim de proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais, ali são proibidas indústrias potencialmente poluidoras, obras de terraplenagem, abertura de canais; atividades que possam provocar erosão das terras ou assoreamento dos recursos hídricos, bem como as que ameacem extinguir as espécies da biota regional, como caça e pesca; e uso de biocidas (pesticida e herbicida) quando indiscriminado ou em desacordo com as normas ou recomendações técnicas oficiais.

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