Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Ninguém sossega em Breves

Vejam só: o “Espaço Nega Caetano”, há três anos, não deixava a vizinhança dormir em Breves, no arquipélago do Marajó, por causa do alto volume do som durante as festas. No início aos finais de semana, mas ultimamente a bagaceira era praticamente diária.

O promotor de justiça de Afuá, Márcio de Almeida Farias, e a 2ª Promotoria de Justiça de Breves receberam incontáveis denúncias dos moradores locais. Era um tal de “Bota Fora” universitário, e até aniversários de crianças que acabavam se tornando festas de adultos com o chegar das altas horas, adentrando pela madrugada, até depois das sete horas da matina. 

O MP expediu ofícios à Delegacia de Meio Ambiente de Breves, requisitando a abertura de inquérito policial para apurar crime ambiental; ao Centro de Perícias Renato Chaves, solicitando perícia para constatar poluição sonora; ao Comando do 11º Grupamento de Bombeiro Militar de Breves, para vistoria no salão de eventos; à Divisão de Tributos da Prefeitura de Breves e ao secretário municipal de Meio-Ambiente, pedindo informação sobre o alvará. 

Foi então descoberto que “Nega Caetano Recepção” nunca teve licença para localização e funcionamento.

Aí, o MP ajuizou ação civil pública em razão da poluição sonora e perturbação do sossego público, e requereu a interdição do lugar, sob pena de multa diária de R$2 mil e acusação por crime de desobediência, até que o estabelecimento obtenha alvará e faça isolamento acústico, bem como respeite os horários previstos na legislação ambiental e urbanística. 

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