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Ao final da obra de reforma, o Estádio Olímpico Estadual Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, desta vez terá um equipamento que atrai até mesmo os que não são torcedores mas que amam história e cultura: um Museu do Futebol, concebido pelo artista plástico, professor universitário e produtor cultural Armando Sobral – que também é o responsável pela curadoria geral e dirige o Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secult -; projeto arquitetônico e objetos em 3D de Edileno Martins; produção de imagens de Karolina da Costa Fonseca; expografia e vídeocom de Nando Lima.

O secretário de Estado de Esporte e Lazer, Cássio Andrade; a secretária de Cultura, Ursula Vidal; e o secretário de Turismo, Eduardo Costa, apresentaram o projeto nesta quinta-feira (9), em evento prestigiado pelo presidente da Funtelpa, Binho Nascimento, e pelo representante da Federação Paraense de Futebol, André Cavalcante. O espaço será dedicado à promoção, difusão e à salvaguarda da memória futebolística no Brasil, com ênfase no desenvolvimento do esporte no Pará.

Cássio Andrade salientou que o ambiente dinâmico do museu foi pensado para incentivar o público a percorrer a história do esporte, reconhecer os atletas emblemáticos, relembrar os campeonatos paraenses, conhecer os berçários onde surgem os novos ídolos, a ascensão do futebol feminino, os times locais e seus símbolos e uma infinidade de informações relacionadas à cultura do futebol através de tecnologias interativas, acervos históricos, espaços imersivos, jogos e experiências virtuais.

O museu terá balcão de recepcionista, espaço de espera com realidade virtual chamado Banco de Reserva, recepcionista virtual em tela em LED, totem com tela sensível ao toque, painel de fotografias, expositores para as camisas dos clubes paraenses, as bandeiras dos times e objetos históricos do futebol e até uma arena interativa para cobrança de pênaltis virtuais, além de cúpula para expor o troféu do campeonato atual e maquete física em miriti mostrando o estádio em detalhes, detalhou o titular da Seel.

Cássio Andrade revelou que no acervo histórico do estádio os visitantes verão, por exemplo, a camisa usada pelo ex-jogador Mesquita na partida entre a seleção paraense contra o Uruguai, jogo que marcou a inauguração do Mangueirão, em 1978.

Com projeto do arquiteto Alcyr Meira, as obras do Estádio Edgar Proença começaram em 1971 e previam capacidade para 120 mil pessoas, mas foi inaugurado mesmo com 65 mil lugares. Embora a inauguração oficial tenha sido em 04/03/1978, com vitória da Seleção Paraense por 4X0 sobre a Seleção Uruguaia, jogos já ocorriam desde 1977 no local. Clube do Remo e Paysandu mandam seus maiores jogos no estádio.

Confiram o vídeo e o projeto do Museu do Futebol.

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1 Comentário

  1. Parabéns pela iniciativa, o novo mangueirao agora, além dá modernidade implantada dentro e fora, agora contempla o passado e o presente do nosso esporte como um todo, em um ambiente futurista, ja estava na hora de um complexo esportivo desta envergadura.

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