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Mais um pedaço da memória de Óbidos se vai


Óbidos é conhecida como “a mais portuguesa das cidades do Pará”. Linda com suas ladeiras e ruas estreitas, tem sua origem no Forte dos Pauxis. Era assim que se se chamavam os índios que habitavam a margem esquerda da “garganta” do Amazonas, onde a largura do rio é de 1892 metros e a profundidade de 75m, a cerca de 8 milhas abaixo da embocadura do rio Trombetas, local assinalado no roteiro da
expedição de Pedro Teixeira, em 1637.
 O Forte foi er
guido em 1697; o município foi criado em 1755. 

O Forte Pauxis, o antigo Quartel, a Casa de Cultura, e a Serra da Escama são ícones já tombados como Patrimônio Histórico, Artístico, Natural e Cultural de Óbidos. A promotora de justiça local, Évelin Staevie dos Santos, tem tratado com técnicos do Instituto do Patrimônio Artístico Nacional da restauração dos locais tombados, da necessidade de novos tombamentos e providências quanto às construções nos arredores dos bens. Existe um convênio entre o Iphan e o município para a reforma do Forte dos Pauxis, mas as obras estão paradas. Há, também, um projeto para o tombamento de toda a área central de Óbidos, mas é necessária a fiscalização e o inventário dos bens de interesse cultural. 

Porém, há uma edificação de importância histórica, conhecida como “Casarão”, que está literalmente em ruínas e prefeito Mário Henrique Guerreiro já informou que não tem meios de fazer o processo de tombamento do imóvel, sem o qual não é possível embargar a demolição.  Uma vistoria do Corpo de Bombeiros de Santarém, Defesa Civil de Óbidos e o engenheiro da prefeitura resultou em laudo alertando para  o risco de desabamento da fachada, muito deteriorada pelo tempo. O prefeito alega que o município não tem condições de arcar com o ônus de um possível decreto de tombamento, e o proprietário deixou claro que não tem intenção de manter a fachada da casa, uma vez que não pode ser recuperada. Enquanto o casarão não cai, resta aguardar as providências do MP e do Iphan.


A foto é de Lila Bemerguy.

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