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Lixão em Marituba: 4ª ação contra responsáveis

A promotora Marcela Christine Ferreira de Mello ajuizou a quarta ação criminal contra os responsáveis pelo gerenciamento da Central de Processamento e Tratamento de Resíduos em Marituba. Desta vez, quatro empresas e dez pessoas foram denunciadas: Solvi Participações S/A; Guamá Tratamento de Resíduos Ltda.; Revita Engenharia S.A. e Vega Valorização de Resíduos S.A. (sócia da Guamá no momento do fato); o presidente da Solvi, Carlos Leal Villa; o engenheiro Eleusis Bruder di Creddo, diretor técnico da Solvi; a conselheira da administração da Vega, Célia Maria Francini Vasconcelos; o engenheiro ambiental Diogo Nicolleti, administrador da Guamá; Lucas Rodrigo Feltre, diretor-presidente da Revita; o biólogo Mauro Renan Costa; o engenheiro civil Gustavo Andrade Nunes; Lucas Dantas Pinheiro e Adriano Locatelli da Rosa, respectivamente o gerente e diretor de operações da Guamá, e até o advogado Cássio Chaves Cunha, que atuava na defesa da empresa.

Todos são acusados de armazenar e processar o lixo em desacordo com as normas legais, causando poluição atmosférica, emissão de odores e gases que causam dano à saúde humana e ao meio ambiente, além de não adotar medidas de precaução para evitar riscos graves ou irreversíveis. Lucas Rodrigo Feltre, Lucas Dantas Pinheiro e Diego Nicoletti estão presos desde dezembro de 2017. 

Nesta quinta, 18, em audiência às 9hs, no Fórum de Marituba, será discutida a situação do tratamento emergencial do chorume e do odor que incomoda a população local. Conforme apuração da Polícia Civil, em janeiro do ano passado, as empresas responsáveis pela gestão do aterro sanitário despejaram o líquido bruto no solo, sem impermeabilização, conduzindo os poluentes diretamente para o Igarapé Pau Grande, situado em grande parte no interior do Refúgio da Vida Silvestre, unidade de conservação de proteção integral em Marituba,  com 6.367,27 hectares, na antiga área da Pirelli(foto da Semas-PA).

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