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Juízes ameaçados de morte

O Pará não pode aceitar que pessoas continuem a ser marcadas para morrer, a exemplo das ameaças de morte que o juiz titular da 2ª Vara do Trabalho de Marabá, Jônatas Andrade, que é de Santarém, tem sofrido. Vencedor do Prêmio Nacional de Direitos Humanos em 2012, concedido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em razão de sua trajetória no combate ao trabalho escravo, o juiz Jônatas Andrade foi um dos idealizadores do Grupo Interinstitucional de Erradicação do Trabalho Escravo (GAETE), integrado pela Justiça do Trabalho, MPT, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, Polícia Federal, MPF, Comissão Pastoral da Terra e a Ong Repórter Brasil, entre outras instituições. 

O TRT 8 foi informado de que um atentado estava sendo planejado, e deslocou integrantes do Grupo Especial de Segurança para reforçar a proteção ao magistrado.
O juiz Jônatas Andrade contou que tomou conhecimento das ameaças no dia 23 de julho deste ano e que já vinha sofrendo “intimidações” há dois anos e meio, mas não as considerava ameaças. Segundo foi divulgado pela imprensa, um pecuarista teria comentado no dia 19, em bar de Marabá, que pretendia mandar matar o juiz, servidores da justiça e advogados. Testemunhas relataram as ameaças ao juiz e a um advogado. 

De acordo com o juiz, as ameaças começaram a ficar claras há cerca de um mês e teriam partido do fazendeiro Décio José Barroso Nunes, conhecido como “Delsão”, sentenciado com a penhora de 18 veículos e cerca de 900 cabeças de gado em uma ação trabalhista. 

A situação é alarmante. Oito juízes estão ameaçados de morte no sudeste do Pará e estão sob proteção policial. “Delsão” ganhou notoriedade como o principal acusado de ser o mandante do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, ocorrido em Rondon do Pará em 21 de novembro de 2000.
Ontem, o deputado Edmilson Rodrigues, líder do PSOL, fez um pronunciamento sobre o caso e requereu na Alepa providências e informações da Segup sobre as ações já tomadas.

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