Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

As Diretorias de Combate à Corrupção e de Polícia do Interior da Polícia Civil do Pará prenderam hoje (28), no Distrito Federal, durante a Operação "Litania”, uma falsa empresária e sócios-proprietários que utilizavam empresa de fachada como instituição financeira para…

Jovens em conflito com a lei & cidadania

Em parceria com a campanha “Dê um cartão vermelho ao trabalho infantil”, coordenada no Pará e Amapá pelas juízas do Trabalho Zuíla Dutra e Vanilza Malcher, a empresa Proativa, só neste primeiro ano, já vai beneficiar quase 100 jovens na faixa etária de 14 a 21 anos com curso de capacitação profissional, em Belém. A bela iniciativa, que promove o ingresso de adolescentes no mercado de trabalho formal de forma qualificada e protegida, em consonância com os preceitos da CLT, também beneficia os adolescentes em conflito com a lei que estão cumprindo pena em regime semiaberto. A Funpapa, órgão da prefeitura de Belém, levou 25 meninos, todos vestidos adequadamente e em companhia das respectivas famílias, no primeiro dia, para a admissão no curso. Foi um momento de muita emoção e prova de resgate da cidadania. Mas a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará, órgão do Estado encarregado da custódia, chegou com os seus 25 garotos transportados em um camburão, sem a presença dos familiares e com forte aparato de vigilância, causando constrangimento geral e inviabilizando a nobre ideia de reinserção social como aprendizes. Afinal, é fundamental que não haja distinção e discriminação no trato com os adolescentes nesse ambiente. Ficou claro que é preciso que seja urgentemente repensado esse modus operandi da Fasepa.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *