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Inércia política

Os estudos de viabilidade da hidrovia Tapajós/ Teles Pires/Juruena serão financiados com recursos do PAC 2, promete o governo federal, acenando com a alocação de R$ 33 milhões, junto com o dinheiro destinado ao levantamento do potencial hídrico navegável do país.

O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Luiz Antônio Pagot, diz que assim que os recursos começarem a ser liberados o projeto terá andamento.

Mas, apesar da lei federal 3009/1997, que obriga a construção de eclusas na hidrelétricas em rios navegáveis, as empresas vencedoras das licitações para construir usinas ao longo do rio Teles Pires ignoram a exigência para evitar custos adicionais aos projetos. Sem eclusas, a navegação é impossível, tal qual ficou no rio Tocantins por causa da UHE-Tucuruí, durante 30 anos.

O governador do Mato Grosso e a bancada federal de lá, junto com a Federação das Indústrias (Fiemt), foram aos ministérios dos Transportes; do Planejamento, Orçamento e Gestão; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; de Minas e Energia; e da Agricultura entregar estudos sobre os investimentos logísticos necessários para a região.
Daqui do Pará, ninguém se mexeu.

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