Lançamentos literários, apresentações de teatro, oficinas voltadas para as culturas pop e japonesa, arrecadação de livros, atividades pedagógicas e lúdicas direcionadas ao público infantil, entre outras ações, estão no cardápio de cultura e arte servido aos visitantes do estande da…

O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Hoje é o Dia do Jornalista


Não existe Democracia sem imprensa livre. O jornalismo, exercido em suas mais altas nuanças, inevitavelmente desagrada aos poderosos. As ações de intimidação e os ataques ferozes mostram que a liberdade de imprensa e os direitos humanos que ela sustenta são ainda extremamente frágeis e precisam ser defendidos de forma ativa pela sociedade, como cruciais para alcançar a dignidade humana, o progresso social e o desenvolvimento inclusivo – dos desafios ambientais e progresso científico à igualdade de gênero, o engajamento da juventude e a construção da paz. Afinal de contas, só quando os jornalistas têm liberdade de monitorar, investigar e criticar políticas e ações pode existir boa governança. 

Dados das Nações Unidas mostram que um jornalista é assassinado a cada semana no mundo.
Segundo a Federação Internacional
dos Jornalistas (FIJ), 109 profissionais foram assassinados em 30 países no ano passado. No Brasil, houve duas mortes e outros 135 casos de violências, que vão desde agressões físicas a cerceamento da liberdade de imprensa por meio de ações judiciais. O Pará foi o Estado com o maior número de casos: 13 registros. O relatório 2015 da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) revela que os repórteres cinematográficos e fotográficos foram as vítimas mais frequentes em razão do exercício profissional do jornalismo.
Contra os jornalistas que trabalham na mídia digital (portais/sites/blogs) foram registradas 23 (16,79%) ocorrências, incluindo um assassinato. 

Os ataques contra jornalistas tiveram como principais autores os policiais militares, especialmente em manifestações de rua: 28 (20,44%), das 137 agressões. Seguranças privados foram os agressores em 4 ocorrências (2,92%). Em segundo lugar, aparecem os políticos, seus assessores e parentes, com 21 (15,33%) agressões contra jornalistas. 

A Constituição Federal do Brasil assegura a livre manifestação do pensamento e garante a todos o acesso à informação, mas o cenário de violência contra jornalistas decorrente do exercício da profissão é ainda mais grave do que vem sendo divulgado. E a maioria dos casos segue sem esclarecimento ou punição. 

Além da ameaça direta, o jornalista muitas vezes sofre pressão para não divulgar certas informações, com perigo para sua integridade física e psicológica, e, é evidente, prejuízo da obrigação profissional do compromisso com a verdade, sem falar de uma série de obstáculos ao exercício efetivo da profissão, entre eles a falta de condições adequadas de trabalho. 

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *