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Hidrovia Tocantins-Araguaia em debate

O aproveitamento dos nossos rios como estradas naturais, num
sistema multimodal, proporcionará verdadeira revolução para o Pará e o Brasil.
Com a construção de terminais hidroviários nos municípios do interior e acessos
aos portos públicos, há que se salientar, sob os pontos de vista estratégico,
político e econômico, os reflexos na expansão da fronteira agrícola, formação
de infraestrutura, disseminação das fontes de trabalho e renda, e surgimento de
atividades que orbitam os fluxos de produtos, mercadorias e serviços.
A malha hidroviária brasileira tem
uma série de gargalos a enfrentar para se tornar mais eficiente e saltar dos
atuais 12 mil Km de vias navegáveis para 43 mil Km, mas ainda assim é o modal
de transporte mais barato e menos agressivo ao meio ambiente. Com mais
investimentos, os trechos navegáveis praticamente dobrariam a extensão.
A hidrovia Araguaia-Tocantins pode
se tornar a espinha dorsal norte-sul do Brasil. O resultado será o
desenvolvimento da economia não só do Pará como do País como um todo, diante do
caráter de integração nacional que têm as bacias hidroviárias. Para discutir a
questão, o presidente da
Frente Parlamentar de Apoio ao
Desenvolvimento Sustentável da Mineração do Estado do Pará, deputado Raimundo
Santos(PEN), vai realizar sessão especial no próximo dia 25, com o apoio do presidente
da Alepa, deputado Márcio Miranda(DEM).
Serão convidados
o governador Simão Jatene, Seicom, CPH, Setran, bancada federal e senadores do
Pará, Associações de Municípios e Famep,
Ibram, Simineral, Fiepa, Sebrae/PA,
Associação Comercial do Pará, Conjove, Sindarpa, Soamar/PA, Empresa de
Planejamento e Logística – EPL, CDP, UFPA, DNIT, Secretaria Especial de Portos,
Ministério dos Transportes, IV Distrito Naval, Capitania dos Portos do Pará e
Amapá, Ciaba, AHIMOR, e
todos os órgãos e entidades estaduais
e federais ligados aos setores produtivos e de transporte.

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