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Gigantes de alumínio obtêm diferimento

A Hydro do Brasil, que abrange a Mineração Paragominas, a Alunorte e a Albras, conseguiu prorrogar por mais 15 anos os incentivos fiscais por parte do governo do Pará. Contudo, desta vez o diferimento de ICMS não é de 100%. A empresa recolherá parte do imposto, em especial nas operações de aquisição de combustíveis e energia elétrica, em valor equivalente a cerca de R$35 milhões ao mês. 

A Albras assumiu o compromisso de garantir fornecimento de alumínio necessário à Alubar Cabos, empresa paraense que produz cabos de alumínio em Barcarena. Isso viabilizará  o surgimento da Alloys, à qual a Albras disponibilizará até 84 mil toneladas por ano de alumínio, com o propósito de verticalizar a cadeia de produção em Barcarena, produzindo perfis, esquadrias e tarugos. 

Para aprovar sua proposta de diferimento de ICMS, a Albras se comprometeu também a investir em equipamentos de modo a produzir, a partir de 2016, quarenta mil toneladas de alumínio anuais de uma liga especial, a fim de atrair empresas para produzir rodas, peças e outros componentes automotivos. E a Hydro se obrigou a ampliar a mina de bauxita de Paragominas, com início da expansão em 2018, de 9,9 milhões para 14,5 milhões de toneladas ao ano. 

“A Alunorte será ampliada em 2018 para receber essa produção adicional de bauxita, de 6,3 para 6,6 milhões de toneladas de alumina por ano”, informa o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, adiantando que outro compromisso firmado se refere à retomada pela Hydro, em 2018, dos estudos para a implantação da CAP- Companhia de Alumínio do Pará, refinaria cujo projeto foi suspenso há alguns anos. A empresa também deverá participar dos estudos e parcerias para viabilizar um terminal da Gás Pará e da Fepasa (Ferrovia Paraense), que está sendo gestada pelo governo do Estado, inclusive contratando carga da ferrovia. 


Outra medida acertada é que a Hydro tem prazo até 2020 para neutralizar as emissões de CO² em suas operações no Pará. 


As empresas do setor de alumínio vivem um dos piores momentos de sua história, por causa dos baixos preços da commodity e altos custos de produção, em especial de seu maior insumo, a energia elétrica. Só para se ter uma ideia, no início deste ano, a Alcoa fechou suas portas em São Luís do Maranhão.

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