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Genoma do Açaí vai permitir rastreabilidade e selo vegano

O Laboratório de Engenharia Biológica do Parque de Ciência e Tecnologia – PCT Guamá está estudando o sequenciamento genético do açaí, de modo a assegurar a rastreabilidade de ponta a ponta na cadeia produtiva e padrões de qualidade para os batedores e a agroindústria. A primeira etapa é implementar um selo vegano ao produto. O segundo passo é o controle de qualidade da produção local, que envolve a capacidade de dizer se dentro de um determinado suco há 100% de açaí ou outras misturas. E fazer do mais tradicional fruto do Pará uma commodity de alto interesse comercial.

Para a execução do projeto Genoma do Açaí, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet), celebrou convênio com a Associação BioTec-Amazônia. Uma das missões da pesquisa é ampliar a capacidade de produção e garantir a sustentabilidade do fruto.

A BioTec-Amazônia está habilitada a emitir certificações, inclusive na língua inglesa. E pretende usar duas marcas fortes: o selo vegano e a Amazônia. O PCT-Guamá integra o grupo de laboratórios da Universidade Federal do Pará (UFPA) que dá suporte à BioTec-Amazônia, para ações estratégicas de coordenação e elaboração de pesquisas com recursos do Estado.

Para viabilizar as próximas etapas a BioTec-Amazônia reuniu com Edson Anilo Cardoso, secretário de Agricultura em Barcarena, município da Região de Integração Tocantins, que seria pioneiro na utilização dos dados do projeto, a fim de fortalecer a avaliação do cenário municipal para aplicação da pesquisa na produção local do açaí.

Edson Cardoso comentou que em Barcarena está tentando potencializar a cadeia produtiva do açaí de forma consorciada, junto com outras culturas que podem gerar renda o ano todo ou em ciclos continuados, como cacau e banana, além da criação de peixes e aves, utilizados na merenda escolar do município. E propõe a ressignificação do produto açaí, deixando de ser meramente extrativista para gerar oportunidades e renda, dentro de uma cadeia produtiva verticalizada, industrializada, com produtos acabados com selo, tanto de qualidade quanto de pureza e melhor reconhecimento do paladar e da estrutura do açaí.

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), também deve firmar parceria por meio de Acordo de Cooperação com a BioTec-Amazônia, organização social qualificada pelo governo do Estado para o gerenciamento do BioPará, programa de incentivo ao uso sustentável da biodiversidade.

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