Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

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Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o 25 de novembro Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Passados 22 anos, os dados do 14° Anuário Brasileiro de Segurança Pública são aterrorizantes: por…

Gastos exorbitantes

O promotor de justiça Arnaldo Azevedo, do
antigo Geproc, atual Gaeco – Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime
Organizado – do MPE-PA, fez um pronunciamento contundente durante o ato público
de repúdio à PEC Nº 37, hoje, na Praça da República, e que escandalizou a
multidão. Disse, entre outras coisas, que em 2010 a Alepa, com total de 3 mil
servidores e 41 deputados, gastou em alimentação R$23 milhões, enquanto todo o
sistema penal do Estado do Pará, oferecendo café, almoço e jantar para 10 mil
presos, gastou menos que R$18 milhões.  E
que a Alepa gastou R$ 18 milhões naquele ano com combustível, enquanto todo o
Sistema de Segurança Pública do Pará, incluindo Corpo de Bombeiros, Polícia Militar
e Polícia Civil, consumiu pouco mais de R$17 milhões para abastecer o efetivo
em todo o Pará, 24 por dia. Detalhe: Só a PM tem 19 mil policiais na ativa.

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