Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o 25 de novembro Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher. Passados 22 anos, os dados do 14° Anuário Brasileiro de Segurança Pública são aterrorizantes: por…

Garota espancada por lutador de jiu jitsu



A estudante de Medicina Myriam Ruth da Silva Magalhães, 22 anos, viveu momentos de terror, no domingo (10) à noite. Saíra com cinco amigas para se distrair em uma casa noturna de Belém, o Toca Restô Bar, na Av. Braz de Aguiar, em bairro nobre de Belém do Pará.  Por não aceitar as investidas de um frequentador do local, identificado como Airton Carneiro, foi por ele agredida fisicamente com empurrões, socos e pontapés. Detalhe: o agressor é lutador de jiu-jitsu. 


A jovem denuncia ainda que, ao chegar na Delegacia da Mulher para prestar queixa, muito machucada, sequer foi vista pela delegada de plantão, que se recusou a recebê-la e gerar boletim de ocorrência, alegando não se tratar de violência doméstica. E só hoje conseguiu, com a ajuda de amigos da família, fazer o BO. 


A  mãe da vítima, Jucy Nery, relata que sua filha vai processar criminalmente o agressor e exigir a reparação dos danos morais sofridos. Há várias testemunhas dispostas a depor em juízo e o dono do Toca Bar ligou para a família prestando solidariedade. 


O caso é alvo de grande indignação, pela covardia do ataque e pelo que significa na escalada de violência contra mulheres. Até quando, afinal, mulheres ficarão à mercê de brutamontes que se acham acima da lei e dos mais básicos direitos humanos? Quantas mulheres mais vão ser espancadas em lugares públicos sem chances de defesa?


Leiam a íntegra do BO aí em cima.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *