Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

Gabriella Florenzano na estreia de Making Musicals

Gabriella Florenzano estreou ontem no Making Musicals, que fica em cartaz
durante todo o mês de maio no Teatro
Nair Bello, em São Paulo. O espetáculo é uma colagem de musicais famosos da Broadway: Aída, Vítor ou Vitória, Rent, Rock Show,
Moulin Rouge, Newsies e Zorro
.
O
teatro musical é uma releitura das óperas, quando a música lírica é substituída
pela popular. Conta uma história antiga, com músicas modernas. Moulin
Rouge
, por exemplo, é uma releitura de La
Traviata
, de Giuseppe Verdi, em que o amor proibido entre uma prostituta e
um jovem burguês é marcado por preconceitos, tabus e hipocrisias de uma
sociedade europeia que se dizia iluminista nas ciências, mas medieval nos papéis
sociais. Ao fim, o amor purifica e a morte libera a alma do pecado.
O musical revela que Gabriella, que desde o início
da carreira transita do erudito ao popular, com veia jazzística e um repertório
extremamente eclético que inclui blues, rock, pop e até
carimbó, só
faltava
mesmo sapatear. E é o que ela também faz no
espetáculo, esbanjando versatilidade no papel de Vitória, no roteiro baseado no
musical da Broadway de 95, da dupla Blake Edwards e Henry Mancini. 
Comédia romântica, Vítor ou Vitória subverte as noções dos papéis do homem e da
mulher, focalizando com humor as peripécias de uma cantora que, para sobreviver
num mundo pautado por regras masculinas, é compelida a falsear sua identidade. 

O enredo ficou notoriamente conhecido a partir do filme, de 1982, de Blake Edwards,
com Julie Andrews no papel principal. Vitória Grant, uma cantora inglesa pobre, viúva e desempregada na Paris dos
anos 30, se transforma, por sugestão do amigo Toddy, num personagem masculino,
Vítor, príncipe polonês transformista. A burla, que a faz transformar-se num
homem que se transforma em mulher, resulta em sucesso estrondoso, mas o
sistema, por assim dizer, entra em colapso quando Vitória reconhece no viril King
Marchan o amor de sua vida.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *