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A semana começou com a entrega no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo(SP), do 67° Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) aos artistas destacados em 2022.

Na Literatura, o escritor, dramaturgo, jornalista, radialista, redator publicitário, poeta, contista e romancista, paraense Edyr Augusto Proença foi agraciado na categoria Contos, pelo livro “Eu Já Morri”, da Boitempo Editorial.

Aos 69 anos, cinco décadas de carreira, transbordante de talento e com a mesma agilidade de um adolescente na escrita, Edyr colhe os frutos de uma trajetória brilhante que começou aos 16 anos. Escreveu livros de poesia, teatro, crônicas, contos e romances, estes últimos lançados nacionalmente pela Editora Boitempo e na França, pela Editions Asphalte.

Os enredos de seus textos têm base na realidade do submundo de Belém do Pará, com suas contradições, violências e dramas. Renomado internacionalmente, ele ganhou em 2015 o prêmio Caméléon de melhor romance estrangeiro, oferecido pela Universidade Jean Moulin de Lyon, na França, por “Os Éguas”. Em 2022, foi o escritor homenageado pela Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes e empossado membro da Academia Paraense de Jornalismo.

“Eu Já Morri” é seu oitavo livro. Edyr Augusto tem cinco romances publicados na França: Os Éguas, Moscow, Casa de Caba (Nid de vipères), Pssica e Belhell, este lançado simultaneamente no Brasil. Pssica teve seus direitos comprados pela 02 Filmes, com a transposição para cinema dirigida por Quico Meirelles.

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