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Dnitgate continua

Podem apostar: o governo só vai sossegar depois que toda a cúpula do Dnit for defenestrada. É que a oposição não vai deixar barato o escândalo no Ministério dos Transportes e, para evitar uma desgastante CPI, é melhor fazer da pasta um reduto técnico. Daí que não é de estranhar que Dilma Rousseff tenha indicado no último dia 13 o contador Augusto César Carvalho Barbosa de Souza – atual ouvidor do Dnit – para diretor de Administração e Finanças do órgão, mas na sexta-feira mandado retirar do Senado o nome do indicado, depois que a Folha de São Paulo apurou que foi sugerido pelo ex-ministro Alfredo Nascimento.
Hoje, o DOU publicou uma resolução que cria uma brecha para permitir que um servidor de carreira ocupe a diretoria-geral do Dnit interinamente. Assim, a estratégia de Pagot tirar férias para reassumir o cargo, sabendo que o sucessor tem que ser sabatinado pelo Senado, furou.
A resolução estabelece que, “em caso de impedimento ou vacância do diretor executivo, a indicação do substituto interino do diretor-geral será feita pelo ministro dos Transportes“. As exigências são “conduta ilibada e notório saber“.
Dilma consolida a sua fama de durona. Pagot pagou para ver. Saiu para tosquiar e voltou tosquiado. Se for por falta de adeus ao cargo é só ligar o desconfiômetro. 

Atualização: Não falei? Mais cinco foram exonerados: José Osmar Monte Rocha, Darcy Michilles e Estevam Pedrosa, do MT, e Luiz Claudio dos Santos Varejão e Mauro Sérgio Almeida Fatureto do Dnit.

Rocha integrou o Grupo Executivo encarregado de administrar a dívida do antigo DNER, que deu origem ao Dnit e é controlado pelo deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).

Michilles é ex-deputado federal do PR. Pedrosa tinha ligações com o ex-ministro Alfredo Nascimento.

Varejão, ligado ao PT, era coordenador-geral de Operações Rodoviárias e respondia diretamente a Hideraldo Caron, diretor de Infraestrutura Rodoviária, também afastado.

Até agora 11 já caíram do Ministério dos Transportes e órgãos ligados à pasta. O superintendente do Dnit em Mato Grosso, Nilton de Brito – homem de confiança de Pagot -, está balançando. A Folha de São Paulo mostra hoje que um irmão de Brito é dono de empreiteira que tem contratos de R$ 26 milhões com a autarquia.

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