Publicado em: 20 de janeiro de 2018

A Guará Balé-Teatro encena neste dia 24 “Minha História: Rubem Meireles, 42 anos de uma vida dedicada à dança”, sob a coordenação de Wanderson Soeiro. O espetáculo rememora os 42 anos de carreira do criador da companhia paraense de dança, o bailarino, professor e coreógrafo Rubem Meireles, professor da cadeira de Artes/Dança da Escola de Aplicação da Universidade Federal do Pará e de dança folclórica, premiado e reconhecido em festivais de dança nacionais e internacionais.
Na abertura, com interpretação de Rubem e Martha Batista, o público assistirá ao pas de deux da obra Dom Quixote, com coreografia de Marius Petipa e Alexander Gorsky e música de Ludwing Minkus.
Em seguida, divertissement mostrará balé clássico e a valsa “Danúbio Azul”, de Johann Strauss. Coreografias inéditas de Rubem Meireles encerram o ato.
O segundo ato terá os músicos Silvinha Tavares, João Costa e Antônio Gerando e as dançarinas Sílvia Mendonça, Norma Damasceno e Beny Carvalho.
Em seguida, divertissement mostrará balé clássico e a valsa “Danúbio Azul”, de Johann Strauss. Coreografias inéditas de Rubem Meireles encerram o ato.
O segundo ato terá os músicos Silvinha Tavares, João Costa e Antônio Gerando e as dançarinas Sílvia Mendonça, Norma Damasceno e Beny Carvalho.
A primeira coreografia será apresentada pela Ballare Cia. de Dança, dirigida por Ana Rosa Crispino, que dançou com Rubem em vários trabalhos, como o duo “Ritual da Lua”, composição autoral premiada no exterior.
Na sequência, participam alunos do projeto de dança Pro Paz/Sacramenta, dirigidos por Karina Prado; alunos do Studio Airles Teixeira, que também integra a Ribalta Cia. de Dança, sob a direção de Mayrla Andrade; a bailarina Martha Batista, partner de Rubem Meireles e coreógrafa da Catre Cia. de Dança, dirigida por Susi Guerreiro, e a Tribos Ballet Teatro, com direção artística de Maurício Quintairos, coreografia de Cleyton Moura e produção de Darley Quintas, que encerra o segundo ato.
Na sequência, participam alunos do projeto de dança Pro Paz/Sacramenta, dirigidos por Karina Prado; alunos do Studio Airles Teixeira, que também integra a Ribalta Cia. de Dança, sob a direção de Mayrla Andrade; a bailarina Martha Batista, partner de Rubem Meireles e coreógrafa da Catre Cia. de Dança, dirigida por Susi Guerreiro, e a Tribos Ballet Teatro, com direção artística de Maurício Quintairos, coreografia de Cleyton Moura e produção de Darley Quintas, que encerra o segundo ato.
O último ato, com música de Marlui Miranda, mostrará recriação do “Ritual Amazônico”, de Rubem Meireles, concebido para a abertura do Festival Internacional de Dança da Amazônia (Fida) de 1999.









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