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Descalabro na saúde em Tucuruí

A Sespa nomeou, há três meses, direção interina para o Hospital Regional de Tucuruí porque a antiga não tinha mais comando. Entretanto, a nova Diretoria até agora nada fez para resolver os problemas do Hospital, a não ser assinar escalas de dobradinha de médicos, com já denunciado aqui. Também andou mudando pessoas de sala, sem consequência para o funcionamento do HRT.

Os problemas de gestão permanecem e se agravam: a direção interina não conhece a instituição, não confia em quem trabalha lá e não toma qualquer providência para resolver os problemas crônicos sabidos por todos, inclusive já relatados pelo Conselho de Saúde.
A maternidade  Municipal continua funcionando dentro do Hospital, sem repassar os recursos das AIHs. Nenhuma cirurgia eletiva foi realizada neste período e as pessoas que precisam de atendimento padecem sofrimento atroz. Há mais de 3 mil cirurgias por fazer, acumuladas pela falta de gestão.
Na quarta e quinta-feira desta semana, o 2º promotor de Justiça Isaac Sacramento da Silva, que em dezembro promoveu audiência pública durante a qual cortou o microfone à comunidade, mandou pessoas calarem, não ouviu o Conselho de Saúde e ao final impôs a transferência da Maternidade Municipal de Tucuruí para dentro do Hospital Regional, visitou na quarta e quinta feira desta semana oi HRT.
Na quarta feira, o promotor foi ao Hospital Regional acompanhado de engenheiros do Instituto de Criminalística Renato Chaves, verificar instalações físicas – encontraram problemas de ordem estrutural -, e conferir equipamentos do UNACON (unidade de tratamento de câncer, paralisada há anos), armazenados no local.
Na quinta feira, o promotor de Justiça averiguou infiltrações, pisos e novamente os equipamentos do UNACON. Quando questionado por servidores que ressaltaram os problemas do atendimento e sugeriram que conferisse as escalas de plantão, por exemplo, dos anestesistas, para constatar quem estaria presente; que verificasse a sobrecarga oriunda da Maternidade Municipal ali encravada e a falta de assistência na atenção básica, desconversou e foi embora.
Chama a atenção, ainda, o pagamento de dois empenhos: NE 512, de 11.03.2011,  no valor de R$ 4.417,00, e NE 596, de 15.03.2011, de R$ 4.392,00, a título de “serviços prestados em assessoria para implantação de controle e avaliação e regulação do pronto socorro deste hospital que possa atender as demandas e as necessidades do Hospital Regional de Tucuruí”, publicados no Transparência Pará, a Sandra Oliveira da Silva, CPF 850580923-87, com endereço na Rua Oiapoque, 30, Vila Permanente – Tucuruí-PA, que ninguém sabe quem é nem a que se refere.

Com a palavra, o MPE e o MPF, além da Sespa, é claro.

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