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Dança das cadeiras na Valec

De uma tacada só, a Valec, estatal estratégica no pacote de concessões de ferrovias que
prevê aporte de R$ 91 bilhões, encerra a semana com a exoneração do presidente
e de toda a diretoria. Só a diretora administrativa e financeira, Vera Lúcia de
Assis Campos, vai ficar, até quando não se sabe.
Engenheiro civil com 30 anos de experiência no setor ferroviário, o presidente
da Valec, José Eduardo Castello, substituiu José Francisco das Neves, o Juquinha – que caiu por conta dos
escândalos de corrupção e até foi preso pela Polícia Federal por enriquecimento
ilícito -, mas jogou a toalha porque
não conseguiu destravar a empresa.  Ao
invés de administrar obras, passou a maior parte de seu tempo tentando
responder enxurrada de questionamentos da PF e órgãos de controle como TCU e
CGU. Ele também estava insatisfeito com o salário que recebia, desinteressante
diante da enorme responsabilidade do cargo.
A Valec vai ser executora de políticas públicas fiscalizadas pela ANTT e
definidas pelo Ministério dos Transportes e pela Empresa de Planejamento e
Logística, criada recentemente pelo governo federal. Quando as concessionárias
concluírem a construção dos trilhos, a estatal vai comprar das empresas a
capacidade de tráfego de transporte de carga das estradas de ferro para, então,
revendê-las a companhias interessadas em transportar seus produtos.

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