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Crime eleitoral em Parauapebas

O desespero dos
sem-voto que querem se eleger na base do abuso do poder econômico e político
está evidente. Hoje, o piloto e um casal foram detidos (prestaram depoimento e
já foram liberados) ao desembarcar de aeronave particular carregando mochilas com
cerca de R$ 1,3 milhão em espécie no aeroporto de Carajás, em operação conjunta
das Polícias Civil, Militar e da Justiça Eleitoral.
Para o delegado
Antônio Miranda, de Parauapebas, o dinheiro seria usado para boca de urna. O
juiz eleitoral Líbio Araújo Moura acompanhou as prisões. A Polícia Federal está
investigando o caso e o dinheiro foi depositado em conta judicial do Banco do
Brasil. Duas outras pessoas que receberiam as mochilas no aeroporto já foram
identificadas, mas não estão presas. 
As informações
são do G1, que obteve declarações de quatro candidatos à Prefeitura de
Parauapebas. Confiram:
Coutinho (PT) – Nilson Dias, presidente do partido e da coligação, afirmou que o
dinheiro não está ligado à campanha do candidato e que os presos chegaram a
trabalhar para o PT nas últimas eleições, mas não estão mais ligados ao
partido, e sim, ao do adversário, o candidato do PSD, Valmir da Integral.
“Recebemos a informação de que esse é um valor vindo de Belém, do governo
do Estado. O governador está bancando a campanha dele aqui”, afirmou. O
governo do Estado do Pará informou que não irá se manifestar sobre as
declarações do candidato.
Valmir da
Integral (PSD)
 – A comunicação
da coligação negou que o dinheiro pertença ao candidato e informou que entende
que a afirmação do PT sobre o suposto favorecimento de Valmir pelo governo do
Estado é “mais um desrespeito à população de Parauapebas”. “É um
absurdo que queiram transferir para a uma campanha limpa uma responsabilidade
deles.”
Adelson (PDT) – A campanha informou que prefere não se manifestar sobre o assunto e
negou que o dinheiro pertença ao candidato.
Zezinho (PSOL) – Marven Lima, dirigente da Executiva do PSOL e coordenador da
campanha, afirmou que foi à delegacia com o candidato para acompanhar o caso e
que não tem relação com o dinheiro. “Essa era uma prática histórica em
Parauapebas, onde o poder econômico sempre dominou. Agora, sabemos que é
questão de tempo para que descubram mais irregularidades de outras coligações e
candidatos.”
Os candidatos
Chico das Cortinas (PRP) e Rui Vassourinha (PRB) não foram encontrados para
comentar o assunto.

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