Para marcar os quinze anos de criação das Florestas Estaduais de Faro, Trombetas e Paru, da Estação Ecológica Grão-Pará e da Reserva Biológica Maicuru, na Calha Norte, hoje (4), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) lançou…

Lançamentos literários, apresentações de teatro, oficinas voltadas para as culturas pop e japonesa, arrecadação de livros, atividades pedagógicas e lúdicas direcionadas ao público infantil, entre outras ações, estão no cardápio de cultura e arte servido aos visitantes do estande da…

O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

CNMP corta na carne

Eis que o Conselho Nacional do Ministério Público deu o bom exemplo, cortando na própria carne, ao aplicar pena de demissão ao procurador de Justiça do MP do Mato Grosso do Sul Miguel Vieira, em procedimento que apurou o envolvimento do ex-chefe do MP em esquema de corrupção e fraude em licitações públicas em Dourados (MS), desarticulado pela Operação Owari, da Polícia Federal. 

Segundo o relator do Processo Disciplinar Avocado 1207/2012-43, conselheiro Adilson Gurgel, a investigação comprovou que, entre 2008 e 2010, Miguel Vieira da Silva recebeu dinheiro para acobertar ilícitos praticados pelo então prefeito de Dourados, Ari Valdecir Artuzi. Escutas ambientais autorizadas judicialmente e depoimentos de testemunhas provam que, enquanto era procurador-geral de Justiça do Mato Grosso do Sul, ele interferiu no trabalho de membros do MPE-MS com o objetivo de atender interesses de governantes e, assim, receber vantagens, o que configura tráfico de influência, corrupção e improbidade administrativa. 

Agora, o processo será enviado ao atual procurador-geral de Justiça do MP-MS, para propositura da ação civil para perda do cargo e da ação civil por improbidade administrativa. 

Veja aqui a íntegra do voto do relator.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *